ACADEMIA BRASILEIRA DE EVENTOS E TURISMO — 20 ANOS
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Um Manifesto sobre o Valor dos Encontros
Por Sérgio Junqueira Arantes
Há vinte anos, nasceu no Brasil uma ideia simples — e profundamente humana: reunir aqueles que dedicaram suas vidas a construir encontros para pensar o próprio sentido de reunir pessoas.
Assim surgiu, em 17 de fevereiro de 2006, a Academia Brasileira de Eventos, mais tarde ampliada para Academia Brasileira de Eventos e Turismo. Não apenas uma instituição, mas um espaço de reflexão sobre um fenômeno que acompanha a humanidade desde suas origens: o encontro como força transformadora da sociedade.
Antes das cidades, antes das organizações, antes mesmo da escrita, já existiam os encontros. Em torno do fogo, nas celebrações das colheitas, nos rituais coletivos, o ser humano descobriu algo essencial: é junto que se aprende, que se decide e que se constrói o futuro.
Os eventos não nasceram do mercado. Nasceram da necessidade humana de pertencimento.
Toda academia é, por natureza, uma instituição do tempo. Ela preserva a memória, interpreta o presente e projeta o futuro.
Ao criar cadeiras acadêmicas ligadas a patronos históricos, a Academia Brasileira de Eventos e Turismo assumiu um compromisso filosófico: reconhecer que nenhuma conquista é individual e que o conhecimento é sempre continuidade. Cada geração recebe um legado, amplia-o e o entrega adiante.
Passado, presente e futuro coexistem — três tempos em um só — formando a consciência histórica que sustenta qualquer evolução verdadeira.
Celebrar 20 anos, portanto, não é olhar para trás com nostalgia, mas compreender a trajetória como aprendizado coletivo.
Desde sua fundação, a Academia compreendeu que o desenvolvimento de uma indústria depende menos da infraestrutura e mais da inteligência compartilhada.
Eventos e turismo são atividades humanas antes de serem atividades econômicas. São espaços onde ideias circulam, culturas dialogam e decisões capazes de impactar sociedades inteiras são tomadas.
Por isso, a missão da Academia sempre foi gerar ideias, estimular novas atitudes e promover uma gestão ética, consciente e sustentável do setor.
O conhecimento, aqui, não é privilégio — é responsabilidade.
Iniciativas como estudos estratégicos, programas educacionais e certificações profissionais surgem dessa convicção: qualificar pessoas é fortalecer o futuro coletivo.
Vivemos uma era marcada por algoritmos, velocidade e excesso de informação. Nunca estivemos tão conectados — e, paradoxalmente, tão distantes.
Nesse contexto, os eventos assumem um papel ainda mais profundo: restaurar a experiência humana da presença.
O olhar direto, o debate espontâneo, o aprendizado não planejado dos corredores, a emoção compartilhada — elementos impossíveis de serem plenamente replicados por qualquer tecnologia — reafirmam o valor do encontro como experiência insubstituível.
Os eventos tornam-se, assim, espaços de reconexão humana.
A Academia também nasceu para reconhecer. Reconhecer trajetórias, contribuições e ideias que ajudaram a construir o setor no Brasil.
Reconhecer é um gesto filosófico: significa afirmar que a história importa, que exemplos orientam caminhos e que o progresso coletivo depende da valorização daqueles que vieram antes.
Ao homenagear pessoas e preservar memórias, a Academia fortalece identidades e inspira novas gerações.
Ao longo de duas décadas, a Academia compreendeu que o futuro não é algo que simplesmente acontece — ele é construído por decisões presentes.
Projetos estratégicos, iniciativas de inovação e o diálogo permanente entre mercado, academia e poder público refletem uma convicção central: desenvolvimento exige visão de longo prazo, cooperação e pensamento coletivo.
O futuro do setor de eventos e turismo não será determinado apenas por tecnologias ou tendências, mas pela capacidade humana de continuar criando encontros significativos.
A Academia Brasileira de Eventos e Turismo chega aos seus 20 anos como testemunha e protagonista da evolução de um setor que hoje movimenta economias, conecta culturas e transforma territórios.
Mas seu maior legado talvez seja outro: lembrar que eventos não são apenas acontecimentos.
São experiências que ampliam a vida social, produzem conhecimento, fortalecem comunidades e reafirmam aquilo que nos torna humanos — a necessidade de estar juntos.
Porque toda grande transformação começa quando pessoas se encontram.
E enquanto houver encontros, haverá futuro.
Entidades de turismo e eventos assinam Declaração de Belém de Turismo Sustentável
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Nayara Matteis
Na manhã de hoje (10), um importante movimento se concretizou para o desenvolvimento do turismo sustentável no país. Ao todo, 11 entidades dos setores turístico e de eventos assinaram a Declaração de Belém para o Turismo Sustentável, que visa organizar a agenda ESG dos segmentos e, assim, elevar a competitividade do Brasil perante a outros destinos internacionais.
Um dos desdobramentos da COP30, realizada na capital paraense no ano passado, a iniciativa propõe a criação de um hub de sustentabilidade, baseado em trilhas de conhecimento e boas práticas ESG para todos os elos da cadeia produtiva dos setores.
A ESG Pulse, plataforma brasileira especializada em métricas, governança e verificação de práticas ESG no setor de eventos e turismo, atua como Secretaria Executiva da Declaração de Belém, apoiando a coordenação da iniciativa e a estruturação da fase de implementação de forma técnica e independente, preservando o caráter público, setorial e coletivo do compromisso.
Hélio Brito Jr., fundador da ESG Pulse e articulador da Declaração de Belém, destacou que o movimento vai muito além de ações de sustentabilidade. “É sobre a qualidade de um processo de certificação, seja de um hotel, seja de uma agência, e como ele traz benefícios para o negócio em si, em termos de maturidade, de processos de governança e em economia”, disse.
O executivo explicou que a ideia de desenvolver a iniciativa veio de certificações por categoria da ESG Pulse, com o intuito de criar uma régua em comum para o turismo como um todo. “Esse movimento do trade, com suas principais associações reunidas, tem o objetivo de levar o Brasil para um lugar diferente, com mais impacto, mais direção e com a certeza clara de que estamos remando juntos para o mesmo caminho”, completou Brito.
A Declaração de Belém foi assinada pelas seguintes entidades:
- ABEOC Brasil (empresas de eventos)
- ABAV-SP (agências de viagens)
- ABRACORP (viagens corporativas)
- Academia Brasileira de Eventos e Turismo (eventos e turismo)
- ALAGEV (eventos e viagens corporativas)
- AMPRO (live marketing)
- BLTA (luxo)
- FOHB (hotelaria)
- MPI Brasil (profissionais de eventos)
- SINDEPAT (parques e atrações)
- UNEDESTINOS (destinos/CVBs) e
- Visite Campinas (destino/CVB)
Metodologias aplicadas
Para fomentar boas práticas e propagar o letramento das empresas, a Declaração de Belém oferece simulados em sua plataforma com jornadas sobre diferentes temas relacionados ao ESG. Os questionários apontam o nível de maturidade dos associados frente aos assuntos escolhidos e quais iniciativas se podem desenvolver para elevar seu grau de sustentabilidade.
“A função das associações é ajudar a divulgar a Declaração de Belém e colocar seus associados dentro desse roteiro de avaliações e trilhas. As empresas poderão usar a calculadora de carbono para medir suas emissões, por exemplo, além de realizar testes de áreas como A&B, hotelaria, entre outros temas. Cada participante poderá escolher a sua jornada com base em um menu amplo de opções”, salientou Brito.
A ideia é que a plataforma seja uma base de dados para o observatório da Declaração de Belém, que consolida as informações e métricas. “Em um segundo momento, vamos trabalhar essas métricas em cima de políticas públicas, com o apoio do governo. Temos algumas reuniões agendadas com a Embratur e convidamos o Sebrae Nacional e estaduais para que essas iniciativas sejam implementadas em seus territórios”, disse o executivo.
Vale destacar que a Declaração de Belém não é uma certificadora e tampouco um selo de turismo sustentável. Trata-se de um movimento em parceria com as entidades para multiplicar o letramento e boas práticas no setor.
À medida que os dados vão sendo coletados, o observatório desenvolverá novas métricas reais de mercado. Os associados poderão fazer um login na plataforma e acessar as trilhas de conhecimento, com normas nacionais e internacionais.
“A nossa associação tem o ESG como um de seus pilares. No ano passado, firmamos o compromisso de que todos os associados devem possuir uma certificação ESG, pois acreditamos na mudança de comportamento”, pontuou Camilla Barretto, CEO da BLTA.
Representando o FOHB, Ana Paula Rodrigues, gerente de Marketing da entidade, enfatizou a importância do movimento para o turismo sustentável. “São iniciativas que não são mais negociáveis. São obrigatórias”, finalizou.
Crédito da foto: Nayara Matteis/Hotelier News
Texto originalmente publicado em Hotelier News
O Brasil que dá certo
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Turismo, economia e uma agenda acima das ideologias
Antes de qualquer debate ideológico, é fundamental reconhecer o trabalho consistente que vem sendo realizado pela sociedade civil organizada e o setor público no turismo brasileiro.
A atuação da Unedestinos, por meio das organizações de Visitors e de Conventions Bureaus, espalhados pelo país, aliada ao trabalho estratégico da Embratur na promoção internacional e das secretarias de turismo do estado e dos municípios, tem sido decisiva para posicionar o Brasil nas prateleiras do turismo doméstico e mundial. Esse esforço contínuo, técnico e profissional fortalece destinos, amplia a visibilidade e cria oportunidades reais de geração de negócios, empregos e renda.
Trata-se de uma engrenagem que funciona a partir da cooperação.
Entidades privadas, poder público e parceiros institucionais atuam de forma integrada para promover destinos, atrair eventos, estruturar produtos turísticos e consolidar a imagem do Brasil como um país competitivo, diverso e preparado para receber visitantes. É um trabalho silencioso, muitas vezes pouco percebido, mas essencial para que o turismo avance de forma consistente.
Nesse ecossistema, merece destaque também o papel estratégico dos jornalistas especializados em turismo. São eles que traduzem os atributos dos destinos, contextualizam experiências, informam com credibilidade e orientam o consumidor final. Mais do que divulgar, esses profissionais ajudam a construir reputação, gerar desejo e qualificar a escolha do viajante. Ao apresentar roteiros, tendências, infraestrutura e diferenciais competitivos, o jornalismo especializado agrega valor ao destino e contribui diretamente para a decisão de viagem.
Em um setor cada vez mais competitivo, a informação de qualidade tornou-se um ativo fundamental. O turista de hoje busca referências confiáveis, conteúdos bem apurados e recomendações que vão além do óbvio. Nesse sentido, o trabalho da imprensa especializada se soma às ações de promoção institucional, ampliando o alcance das mensagens e fortalecendo a imagem do Brasil no mercado interno e internacional.
Em tempos de polarização, a economia se impõe como um terreno de convergência. O turismo, por sua própria natureza, está acima das disputas ideológicas. Ele depende de estabilidade, planejamento, conectividade, ambiente favorável aos negócios e visão de longo prazo, pilares que dialogam diretamente com o desenvolvimento econômico.
Quando observamos o turismo e os eventos, sob essa ótica, vemos o Brasil que funciona. Um país que empreende, que investe, que se reinventa e que gera oportunidades. Um setor que movimenta cadeias produtivas inteiras, impulsiona o desenvolvimento regional e cria impactos positivos diretos na vida das pessoas.
A experiência mostra que, sempre que o país aposta na organização, na profissionalização e na cooperação entre os atores do setor, os resultados aparecem. A ampliação da conectividade aérea, o fortalecimento da promoção nacional e internacional, o avanço da digitalização e a qualificação da oferta turística são reflexos de uma agenda que olha para o futuro.
O turismo é, por excelência, um exercício de consenso. Ele exige diálogo, continuidade e foco em resultados. Não há espaço para radicalismos quando o objetivo é atrair visitantes, gerar renda e posicionar o Brasil de forma competitiva no cenário global.
Mais do que escolher lados, o momento exige maturidade. O verdadeiro partido que pode unir o país é o da economia produtiva, da geração de oportunidades e da valorização dos nossos ativos.
E o turismo e os eventos, com sua capacidade de integrar regiões, culturas, pessoas e conhecimento, é uma das provas mais claras de que o Brasil dá certo quando escolhe o caminho da cooperação, do profissionalismo e da visão estratégica.
Toni Sando
Presidente Unedestinos – União Nacional de CVBs e Entidades de Destinos
Presidente Executivo do Visite São Paulo Convention Bureau
Membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo
Facilitador CeGe – Programa de Certificação de Gestores de Eventos
Texto originalmente publicado: Linkedin Unedestinos
Geração Z e eventos: o que o público mais jovem espera das experiências ao vivo
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Durante anos, a Geração Z foi descrita como totalmente digital. Mas pesquisas recentes mostram um movimento em direção oposta: os jovens estão buscando experiências presenciais com mais intenção, profundidade e significado. E os eventos ocupam um papel central nesse novo comportamento.
Segundo o Freeman Gen Z Report 2025, estudo global conduzido em parceria com a The Harris Poll, 91% dos jovens da Geração Z afirmam que eventos presenciais são essenciais para desenvolver habilidades sociais, enquanto 89% dizem que as conexões feitas nesses encontros são determinantes para sua confiança profissional (Freeman, 2025).
Esse dado desmonta uma ideia comumente repetida: a de que o futuro dos eventos estaria exclusivamente no digital. Para a Gen Z, o presencial não perdeu relevância, ele foi ressignificado.
Eventos como espaço de conexão real
Outro dado relevante do mesmo estudo aponta que 69% da Geração Z se sente mais isolada por causa do excesso de interações digitais. Isso explica por que eventos presenciais passaram a ser vistos como espaços seguros para criar vínculos, trocar experiências e se sentir pertencente a uma comunidade.
Não se trata apenas de entretenimento. Eventos se tornaram ambientes de desenvolvimento pessoal, networking real e construção de identidade profissional.
O que a Geração Z espera de um evento
Pesquisas da Freeman, Zig e análises setoriais convergem em alguns pontos-chave:
- Autenticidade: experiências vazias ou excessivamente promocionais tendem a ser rejeitadas.
- Propósito e valores claros: diversidade, inclusão e responsabilidade social importam — e são observados.
- Experiência bem desenhada: planejamento detalhado, criatividade, conteúdo qualificado e mais intenção.
- Tecnologia como meio, não como fim: o digital deve ampliar a experiência, não substituir o contato humano.
- Valor percebido: a Gen Z é criteriosa, mas está disposta a investir em experiências que façam sentido.
Segundo relatório da Zig, a Geração Z já representa 36% do público global em eventos ao vivo, influenciando diretamente formatos, linguagens e expectativas do setor.
O impacto para os profissionais de eventos
Esse cenário sugere uma mudança: produzir eventos para a Geração Z exige visão estratégica, repertório, liderança e compreensão profunda de comportamento, experiência e gestão.
Não basta uma boa produção. É preciso pensar eventos como plataformas de transformação.
Onde entra o CeGe
É nesse contexto que o CeGe — Programa de Certificação Profissional para Gestores de Eventos — se torna um diferencial real.
Ser um profissional certificado CeGe significa estar apto a liderar eventos alinhados às novas expectativas do público, com domínio de estratégia, gestão, experiência, impacto e futuro do setor. A certificação não atesta apenas conhecimento técnico, atesta capacidade de decisão, leitura de cenário e liderança transformadora.
Para um mercado em constante mudança — e para uma geração que exige mais do que eventos esteticamente perfeitos — a certificação se torna diferencial.
O futuro dos eventos já começou.
Seja CeGe. Inscreva-se:
Fontes:
Freeman Gen Z Report 2025 (Freeman + The Harris Poll)
GlobeNewswire / Freeman Research (2025)
Relatório Zig — Geração Z e eventos ao vivo
O projeto tem data para acabar. A cultura, não.
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Por Patty Segatto
Em muitos setores, vivemos a realidade da “Economia de Projetos“.
Cada vez menos estruturas estáticas e perenes, e cada vez mais squads temporários com início, meio e fim definidos.
Essa dinâmica traz uma reflexão para lideranças:
Como manter uma cultura forte quando a relação fica fluida?
Aprendi que rituais de gestão e transparência não servem apenas para garantir o escopo técnico ou o prazo.
Eles servem para dar segurança e previsibilidade às pessoas.
Encerrar um projeto é tão importante quanto iniciá-lo.
Porque o contrato acaba, a planilha fecha e o time se dispersa para novos desafios.
Mas o legado humano e a reputação de como tratamos as pessoas durante a jornada permanecem.
Patty Segatto é facilitadora do Módulo 3 do CeGe: Planejamento Estratégico e Gestão de Projeto.
Com 30 anos de carreira em comunicação e marketing trabalhando com marcas nacionais e internacionais, especializou-se em desenvolvimento de estratégias e soluções para negócios. Atualmente Diretora de Negócios na MCI Brasil, é também fundadora da consultoria “Abrindo o Olhar”, especializada em gestão de processos de comunicação integrada, governança e soluções estratégicas de negócios. Membro do Comitê de Conhecimento e Academia da AMPRO, presidente eleita da MPI – Meeting Professional Internacional 2023/2024 (LAMEC), colunista do Grupo Radar e mentora voluntária na plataforma Mulheres no Comando. Cocoordenadora do curso de Live Marketing: Estratégias de Comunicação para Profissionais na FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas em 2018.
#SejaCeGe.
Inscreva-se: https://certificacao-academia.org.br/cadastro/
Marcas celebram aniversário, nos oferecem presentes, mas, nem sempre o resultado entra para a história.
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POR ANDRÉA NAKANE
Datas comemorativas corporativas sempre são excelentes momentos para trabalhar a imagem de uma organização junto aos seus grupos de interesse.
E, para muitas organizações, não vale apenas criar uma única ação para festejar tal momento, e sim, gerar um calendário de atividades que engloba um ano todo de ações.
A inserção de uma visão estimulada sob a regência da criatividade e tendências na atualidade deve estar vinculada ao desenvolvimento dos projetos que podem usar um cabedal variado de instrumentos comunicacionais para tal fim. Um deles, que cada vez mais se consolida como um veículo de comunicação dirigida de alto impacto e com esplêndida visibilidade está atrelado ao universo de eventos.
Em 2024, tivemos um exemplo fenomenal: o centenário do banco Itaú. O Itaú comemorou seu aniversário de 100 anos em 27 de setembro de 2024, mas a jornada comemorativa teve seu início em dezembro de 2023. Dentre inúmeros eventos culturais realizados ao longo do seu jubileu, como a apresentação de Fernanda Montenegro no Auditório Ibirapuera lendo Simone de Beauvoir e o “Pavilhão Itaú” no Rock in Rio 2024, a instituição financeira teve a oportunidade de reforçar seu compromisso com a democratização da cultura de acordo com a sua política de Relacionamento com a Sociedade.
A tônica conceitual está na percepção que a marca completa mais um aniversário, mas quem ganha o presente é seu público
Outro exemplo interessante foi o “Natal para o Bem – Concerto Sinfônico”, promovido pela Dançar Marketing na Praça Charles Miller, em São Paulo, que contou com o patrocínio da Sul América Seguros, completando 130 anos em 2025, e o colégio Vértice, fazendo 50 anos.
O projeto reuniu grandes nomes da MPB, como Simone, Ivan Lins, Tony Gordon, Paula Lima e a soprano Valentina Lassi, com participações especiais que antecediam o tão esperado Andrea Bocelli, um dos artistas globais mais amados. Todos unidos por uma set list de composições majoritariamente natalinas. Tudo isso com orquestras e corais de adultos e crianças.
Uma gigantesca árvore de 21 metros também foi inaugurada, marcando a contagem regressiva para o Natal.
Além disso, propagou-se o espírito solidário com doações em espécie e em alimentos não perecíveis que certamente fariam um Natal de muitas famílias carentes mais feliz.
“Para nós, é uma alegria enorme proporcionar essa experiência, unindo música, cultura e o espírito de solidariedade no coração de São Paulo”, declarou Andréia Maldonado, CEO da Sul América Seguros
Um projeto encantador e que teria tudo para entrar como um marco para a cidade de São Paulo. Porém, a organização precisaria se preocupar com inúmeros pontos de atenção, que poderiam macular a ideia original. Os patrocinadores devem ser muito meticulosos nas cobranças de uma produção mais responsável e de foco na equidade – o que, aliás, é valor que as marcas envolvidas declaram ter em seu DNA.
O palco da festa – cerca de 25 mil ingressos foram disponibilizados e esgotados em 24 horas – era pífio. E, mesmo com os telões de suporte, a dificuldade para se ver alguma coisa era imensa.
O público – expressivamente das gerações Baby Boomers e X – travou uma verdadeira batalha para permanecer mais de 4 horas em pé, sem locais de descanso e com banheiros nos quais água era raridade.
E como está se tornando algo de praxe, infelizmente, a área VIP – com total distinção, com cadeiras e serviços especiais -, afastou muito o público da plateia que, com a estrutura da montagem, teve também que potencializar seu sentido de audição, já que a visão, nem com os exames oftalmológicos em dia era capaz de acompanhar plenamente o que ocorria no palco.
Outro despreparo foi a área reservada para PCDs, com informações truncadas e lotação mal dimensionada.
Não assisti a transmissão pela TV BAND, mas os comentários de amigos e familiares foram unânimes em dizer que a dupla de jornalistas escalada para a missão poderia tagarelar menos, pois em diversos momentos atravessaram a música com narrativas sem propósito. E o que mais se via, nos takes aéreos, eram as inúmeras cadeiras vazias do espaço reservado para VIPs. Não seria de bom tom buscar oferecer algum tipo de serviço aos mais idosos que ali estavam penando em pé por tantas horas, usando tais assentos?
Organizar eventos demanda, acima de tudo, ser sensível à experiência dos participantes, sejam eles as atrações, os VIPs, o público em geral e as equipes de trabalho. Não adianta pensar em uns e esquecer os outros… Não é porque algo é gratuito que qualquer coisa serve. Dinheiro não faltou, mas a empatia, certamente, não chegou até o local. E, nesse caso, todos perderam, inclusive os promotores do evento e os patrocinadores, aqueles que não mediram esforços para sua concretização.
Ser convidada para um aniversário e sequer conseguir ver o bolo comemorativo pela montagem de um cenário nada acolhedor foi é triste demais… deixou um gosto amargo, uma sensação de que fomos convidados, mas que, na verdade, só queriam figuração.
Marcas, tenham mais cuidado! É sua imagem que, ao final, acaba sendo desgastada.
Ah… ninguém me contou sobre esses fatos… fui testemunha ocular, presente e resistente. Somei minha participação de fã com a de profissional de eventos com mais de 34 anos de experiência. E olha que nem minha altura privilegiada foi suficiente, já que tenho algo em torno de 1,80 m.
Poderia realmente ter sido mágico… mas quem sabe em 2026? Ficarei na torcida… mas não na plateia!
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Andrea Nakane é bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas. Possui especialização em Marketing (ESPM-Rio), em Educação do Ensino Superior (Universidade Anhembi-Morumbi), em Administração e Organização de Eventos (Senac-SP), e Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância (UFF). É mestre Hospitalidade pela Universidade Anhembi-Morumbi e doutora em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo, com tese focada no ambiente dos eventos de entretenimento ao vivo, construção e gestão de marcas. Registro profissional 3260 / Conrerp2 – São Paulo e Paraná.
Coordenadora Geral Técnica do CeGe – Programa de Certificação de Gestores de Eventos
Texto originalmente publicado no Observatório da Comunicação
João De Nagy é eleito para a Cadeira 15 da Academia Brasileira de Eventos e Turismo
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Executivo, com quase cinco décadas de atuação no setor, responde pela gestão do WTC Events Center e hotel Sheraton São Paulo WTC
Por Redação – Portal dos Eventos
A Academia Brasileira de Eventos e Turismo anuncia a eleição de João De Nagy para ocupar a Cadeira 15 da instituicão. Desde 2005, o executivo lidera a ITC, responsável pela gestão do WTC Events Center e hotel Sheraton São Paulo WTC, no Complexo WTC. A posição estava vaga desde o início de julho, após o falecimento do Acadêmico Fernando Elimelek, um dos nomes mais respeitados da indústria de eventos no país. A Cadeira 15 tem como patrono Eduardo Gonçalves Ribeiro, primeiro governador negro do Estado do Amazonas, responsável entre outras obras do Teatro Amazonas e como Acadêmico Fundador Eraldo Alves da Cruz, hoteleiro, foi presidente da ABIH Nacional e diretor da CNC. A cerimônia de posse de João De Nagy ainda não tem data definida.
A eleição ocorreu em sessão do Colégio Acadêmico, por escrutínio secreto, com participação presencial e remota dos membros. O resultado, alcançado por unanimidade, reflete o reconhecimento ao legado de quase cinco décadas de atuação de João De Nagy no turismo, na hotelaria e nos eventos. Nascido em Lisboa e radicado no Brasil desde os anos 1970, ele construiu carreira internacional de 48 anos em viagens, hospitalidade e gestão empresarial em vários países. À frente da complexo ITC, Nagy tem conduzido estratégias voltadas à excelência operacional, inovação em serviços, integração de stakeholders e entrega sustentável de resultados ao mercada e aos investidores.
Seu percurso profissional reúne experiências marcantes como gerente de Aeroporto e Vendas da Varig na África do Sul, gerente geral de Vendas Internacionais dos Hotéis Othon, principal acionista da Walpax – agência referência em turismo de luxo, incentivos e grandes eventos – e sócio-diretor da Travel Asset Management, na Suíça, onde coordenou um portfólio com hotéis de redes internacionais, como a Kempinski.
A atuação de João De Nagy se estende também ao setor associativo. Ele é sócio-fundador da Brazilian Incoming Travel Operators (BITO) e do Rio Convention Bureau, além deter exercido posições de liderança na Associação Comercial do Rio de Janeiro, na União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) e no capítulo Latam da Associação Global da Indústria de Exposições (UFI). Recebeu dois Grand Prix do Prêmio Caio (em Hotelaria e Centro de Eventos) e foi finalista em outras três edições. Em 2023, foi reconhecida pelo Skål como Personalidade do Turismo na categoria Hotelaria.
“Recebo esta eleição com enorme gratidão e senso de responsabilidade. A Academia tem papel essencial na preservação da memória e no desenvolvimento do nosso setor. Espero contribuir para fortalecer a relação entre eventos, turismo desenvolvimento econômico, sempre com foco em atualidade, inovação e visão de futuro”. afirma o novo Acadêmico.
Com sua chegada, a Academia reafirma sua missão de reunir profissionais que atuam de forma decisiva na evolução do turismo e dos eventos no Brasil, preservando legados e estimulando novas lideranças.
Sobre a Academia Brasileira de Eventos e Turismo – Instituição especializada na indústria de eventos e turismo que se dedica à formação, capacitação e certificação de profissionais e empresas da área. Seu principal objetivo é promover a excelência e o desenvolvimento contínuo dos profissionais que atuam nesses setores, oferecendo cursos, treinamentos certificações técnicas de alto padrão.
Apoios do Governo do Estado de Pernambuco através da EMPETUR, da Prefeitura de Recife através do RECENTRO e Sec.de Turismo e Lazer.
As Entidades do Trade Pernambuco apoiam Evento, que é realizado pela ACADEMIA em parceria com a ABEOC BRASIL e ABEOC Pernambuco.
O Fórum Nacional da Academia tem o apoio, também da: EMPETUR. Secretaria de Turismo da Prefeitura do Recife, Gabinete Português de Leitura, Fecomércio, RioMar Eventos, ABRASEL, Recife Convention e da Tatiana Marques Consultoria e Eventos.
João De Nagy é eleito para a Cadeira 15 da Academia Brasileira de Eventos e Turismo
Começou a Black Friday do CeGe
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O mercado reconhece quem está à frente.
E agora chegou a sua vez de conquistar o diferencial que redefine carreiras e consolida líderes na indústria de eventos.CeGe 3ª Edição – Inscrições Abertas
Alcançar a terceira edição não é apenas seguir adiante — é consolidar credibilidade. É a prova de que um programa nasceu relevante, permaneceu necessário e se tornou referência. Dezenas de profissionais já vivem o impacto de serem Certificados CeGe: nomes que o mercado procura, respeita e quer ao lado em projetos estratégicos.
E não é por acaso.
O Primeiro Programa de Certificação de Gestores de Eventos do Brasil, realizado pela Academia Brasileira de Eventos e Turismo, carrega a chancela máxima de competência e reconhecimento no setor. Mas o que torna o CeGe verdadeiramente único é o que acontece além da certificação.Aqui, cada participante mergulha em um ambiente de imersão profunda: conteúdo atualizado, networking de alto nível e uma provocação intelectual constante que desafia o profissional a pensar além do óbvio.
É onde o aprendizado se transforma em visão — e a visão, em liderança.Mais que uma conquista. Um marco profissional.
O CeGe não é apenas um título no currículo. É uma decisão estratégica que amplia horizontes, reposiciona carreiras e coloca você entre os profissionais que moldam o futuro dos eventos no Brasil.
E para que você possa fazer parte, o CeGe anuncia sua BLACK FRIDAY especial:
De 18/11 a 18/12
Condições especiais para quem quer dar o próximo passo agora:
- 40% de desconto para pagamentos à vista
- 30% de desconto para pagamentos em 2x no cartão
Uma oportunidade exclusiva para quem entende que o verdadeiro investimento é na própria trajetória — e quer ocupar o espaço reservado aos melhores.
Porque o CeGe é para quem busca mais. Para quem sabe que o “bom” já não basta e que a excelência é apenas o ponto de partida.O mercado mudou — e continuará mudando.
Clientes pedem resultados reais.
Públicos exigem conexão e experiências memoráveis.
A diferença entre acompanhar e liderar está na escolha que você faz agora.A nova era dos eventos já começou.
Você já faz acontecer.
Agora, é hora de expandir seus limites.#SejaCeGe
INSCREVA-SE JÁ!CeGe 3ª Edição – Inscrições Abertas
CeGe – o Primeiro Programa de Certificação de Gestores de Eventos do Brasil
CeGe: reinvente sua carreira
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Você já domina as bases, já conquistou experiência, mas sabe que o mundo não para. Novas conexões, tendências e perspectivas surgem a todo momento.
O CeGe – o Primeiro Programa de Certificação de Gestores de Eventos do Brasil foi especialmente desenvolvido para quem quer ir além, para quem está em busca da excelência.
Aqui, não se trata apenas de aprender, mas de se reinventar.
Ele proporcionará uma verdadeira Imersão de Conteúdos, que vai transformar a sua visão da indústria dos eventos e te colocar entre os melhores.

Esteja ao lado dos maiores nomes do mercado, absorvendo insights valiosos, estratégias inovadoras e cases reais que vão desafiar o seu pensamento.
O CeGe é uma transformação que impactará não apenas a sua carreira, mas também os resultados que você entrega.
O futuro dos eventos está aqui – e ele começa com você.
Seja um Gestor de Eventos certificado CeGe. Inscreva-se já: https://cege.nimega.com.br/form/1.php
Os encontros ocorrerão sempre às sextas e sábados, em período integral e em FORMATO HÍBRIDO (presencial no WTC SP e on-line).
Início: 08 de maio de 2025 (com o CeGe Experience)
Imersão de Conteúdos em 23 de maio, com o Módulo “Organização e Gestão de Eventos”
Hey, Bill, Aqui Não!
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Profissionais de Visão e com Certificação Terão Futuro
A IA é meio e não Fim
Por Andréa Nakane
Recentemente, Bill Gates, dono de uma fortuna de mais de USD, conhecido principalmente por ser cofundador da Microsoft ao conceder uma entrevista ao comediante Jimmy Fallon, no The Tonight Show, afirmou que a tecnologia tornará tarefas que exigem conhecimento especializado independentes da presença humana.
“A expertise em áreas como medicina e ensino ainda é algo raro”, declarou, destacando que esses campos dependem de profissionais altamente capacitados, como médicos e professores.”
Ele ainda sinalizou que a tecnologia está se expandindo rapidamente e terá um impacto profundo em diversas áreas, em diversos setores e avalia que essa revolução será transformadora, mas também preocupante, pois seu progresso ocorre de maneira acelerada e sem limites definidos.
Após essa fala que repercutiu no mundo todo, fiquei pensando sobre o mercado de eventos, que em plena sintonia com os avanços tecnológicos já tem deixado grandes gargalos em posições laborais.
Ouvi recentemente de uma profissional da geração Z, em cargo de gestão, que hoje sua equipe entrega mais de 70% de tarefas para a IA e que é o máximo ter um Mestre de Cerimônias virtual, fato que gera uma baita economia.
Será mesmo que é esse o caminho? Me atravessa como algo até mesmo na contramão da ideia do H2H – Human to Human – termo cunhado pelo estudioso Philipp Kotler e do professor Marcos Bedendo – que evoca toda a inteligência tecnológica, como meio e não fim, tendo a essência humana recentralizada e essencialmente resgatada.
É certo que requalificações são e serão sempre vitais para a manutenção de nossos empregos e que quanto mais preparados tivermos, nossa taxa de empregabilidade irá se manter em elevadas proporções.
Empresas que oferecem treinamentos eficientes e eficazes para o desenvolvimento de suas equipes têm quase seis vezes mais chances de serem recomendadas como um bom lugar para se trabalhar.
É o que mostra a série de relatórios People at Work 2025, do ADP Research Institute. Os colaboradores qualificados são três vezes mais propensos a se descreverem como altamente produtivos – e têm duas vezes mais chances de dizer que pretendem ficar em suas organizações atuais. A pesquisa considerou a opinião de 38 mil profissionais em 34 mercados e seis continentes. Eles representamambientes de trabalho e níveis de escolaridade diversos.
Na atualidade, de forma mais empoderada, é o próprio profissional que deve priorizar o investimento em si, não esperando essa visão empresarial.
O que vale mesmo é não deixar fora de seu radar, que se hoje, já está difícil manter-se competitivo no mercado, imagina no futuro? E ainda mais se não tivermos um processo de educação continuada, aprendendo a se reinventar e assimilando novas práticas e recursos?
Conselhos não são para serem seguidos, mas para nos levar a pensar sobre, por isso mesmo, não posso deixar de recomendar a participação na II turma do CeGe – a primeira certificação profissional para Gestores de Eventos do Brasil, promovido pela Academia Brasileira de Eventos e Turismo.
As certificações profissionais são legítimas credenciais emitidas por organizações de renome em uma determinada área de atuação, que atestam que uma pessoa possui um nível de conhecimento e habilidades específicas em relação a uma determinada profissão ou setor.
Essas certificações são um indicador importante de competência e excelência, uma vez que ratificam que o titular da certificação passou por um processo minucioso de avaliação e possui habilidades e conhecimentos comprovados.
As inscrições estão abertas para 2025, cujo calendário prevê encontros mensais com início em maio e término em outubro de 2025 no WTC World Trade Center de São Paulo, sempre as sextas-feiras e sábados, em horário integral.
Esses encontros são verdadeiras imersões nos conteúdos propostos, com o intuito de promoverem um nivelamento de conhecimentos, e assim, gerar excelência profissional.
A modalidade oferecida é híbrida, computando tanto o presencial, quando o online, com aulas síncronas, facilitando assim que profissionais de todo o Brasil possam participar, sem despesas extraordinárias, com deslocamento e hospedagem integral. Além disso, se a agenda do participante não for compatível com sua presença física, ele poderá assistir online ou até mesmo recuperar a gravação e mediante autorização realizar seu módulo de forma assíncrona, no tempo estipulado pela coordenação.
O Programa de Certificação de Gestores de Eventos é de extrema importância para que os profissionais sejam atestados, não só com o conhecimento dos assuntos e procedimentos, mas conferindo a prova de capacidade para a execução da sua atividade com excelência. Demonstrando o compromisso profissional com as melhores e modernas práticas, ampliando não só a credibilidade profissional, mas o prestígio dentro da própria rede de contatos, reconhecendo a capacidade tanto por empresas nacionais, internacionais, quanto multinacionais, deixando o profissional apto para trabalhar em qualquer país.
Entidades Parceiras do CeGe, tem 20% de desconto para seus associados e filiados no valor total do CeGe: ABEOC, ABRACE, ABRAFESTA, AMPRO, ANPPE, CEO COUNCIL, MPI, BenchMICE, SPCVB, Unedestinos e UBRAFE
O Programa de Certificação tem 140 horas no total e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://cege.nimega.com.br/form/1.php
E o meu conselho é definido pelo meu próprio exemplo.
Eu participei da primeira turma, e hoje carrego, com muito orgulho, minha certificação 0001, ratificando ao mercado meu compromisso com o profissionalismo e saberes e, ratificando minha excelência como organizadora de eventos.
Quanto mais profissionais certificados formos, mas qualidade e reconhecimentos estarão atrelados a nossa atividade.
Por isso não titubeie!
Venha se aprimorar e assim cooperar para que possamos em tom uníssono dizer:
Bill Gates, aqui não! Aqui, no trade de Eventos, a IA é um instrumento, sem a capacidade criativa e humana, ela não se cria!
Andréa Nakane é Gestora de Eventos certificada CeGe, numeração 0001
Também é Coordenadora Geral e Coordenadora dos Módulos Segurança em Eventos e Cerimonial e Protocolo do CeGe
Colunista do Portal dos Eventos, onde o texto foi originalmente publicado:
https://www.portaleventos.com.br/news/A-IA-e-meio-e-nao-Fim

